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Mostrando postagens de outubro, 2025

O Mirante – Aquela Trip de Moto

992 dias de viagem Na sexta-feira, estávamos chegando ao final da nossa viagem em Phuket. O cara que nos hospedava sugeriu que alugássemos uma moto por 200 baht ao dia — e isso fechou perfeitamente com minhas expectativas. Ficamos na Kata House , em homenagem à praia, um lar simples administrado por um casal com dois meninos pequenos. Eles cozinhavam arroz frito e outros pratos típicos da culinária tailandesa, enquanto a noite os bares próximos nos cumprimentavam e convidavam para uma bebida. Comprei um baseado numa dessas noites e fui para a praia registrar meus pensamentos e ideias. Acabei até perdendo meus chinelos na escuridão, mas consegui um material excelente. Decidi que não queria mais me sentir inconsciente — a maconha acabava me tirando do meu centro. Anotei: “Se o beck realmente me faz bem, que então me ajude a largá-lo.” E assim foi. Aprendendo a andar de moto em Phuket Pedi ajuda ao ChatGPT para montar dois roteiros de viagem, cada um com cerca de 4 horas, cobrindo pa...

#979 A venda de ontem é o conteúdo de hoje

07 de outubro Todo grande empreendedor tem uma fase em comum. A fase em que ninguém acredita. A fase em que você bate na porta, faz ligações, oferece algo — e recebe um “não” atrás do outro. Flávio Augusto, por exemplo, começou vendendo cursos de inglês na rua. E foi ali que ele aprendeu o que realmente constrói um império: a capacidade de continuar mesmo sem retorno imediato. Hoje, o cenário mudou — mas o jogo é o mesmo. A diferença é que agora a porta que você bate… é a da atenção das pessoas. A nova venda é o conteúdo . Cada vídeo, cada texto, cada história que você conta é uma proposta de valor. E os “nãos” vêm em forma de poucos likes, visualizações baixas e silêncio. Mas quem persiste, quem repete, quem melhora um pouco a cada dia… constrói a mesma coisa que os grandes empresários construíram: confiança. O produto muda. A forma muda. Mas a essência é a mesma. Vender, no fundo, sempre foi acreditar antes dos outros.

#978 Por que eu viajo: registros do tempo, da vida e das pessoas

Já faz quase três anos que deixei o conhecido para trás. Quando parti, achei que ia entender o mundo, mas foi ele que começou a me ensinar. Cada viagem, cada cidade, cada rosto me mostrou que a vida não é sobre respostas prontas — é sobre perceber, sentir e registrar. Viajar se tornou meu jeito de ver o tempo passando e ganhar perspectiva, de perceber como tudo — até perdas, ruínas e fins — se torna mais bonito com a passagem dos dias. O valor de registrar Lembro de dez anos atrás, quando olhava fotos antigas no Facebook. A sensação era de viajar no tempo, de perceber o quanto o passado se transforma e se enriquece com a memória. Hoje, cada registro que faço é um investimento na minha própria percepção do tempo. Ele me permite ver melhor o futuro, apreciar o presente e compreender que, mesmo aquilo que parece perdido, adquire significado e beleza com o passar dos dias. Fraternidade e encontros Outra coisa que me move é a fraternidade. Sempre me senti à vontade com pessoas, sem precisar...